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            Conheça o passo a passo para classificar resíduos sólidos

            Publicado em 28 de junho de 2022 MKT SUPERBAC2022-06-28T11:34:13-03:00
            MKT SUPERBAC AMBIENTAL Comentários desativados em Conheça o passo a passo para classificar resíduos sólidos

            Os resíduos são gerados em diferentes atividades humanas, principalmente nos processos de produção industriais e agropecuários. Nesse sentido, é importante dar a eles a melhor destinação, por exemplo, em uma classificação de resíduos sólidos, de modo a evitar que contaminem o solo, as águas ou o ar, ameaçando, assim, os ecossistemas. Neste artigo, veremos como classificar resíduos sólidos e como isso é importante para seu negócio. Então, não deixe de conferir!

            O que são resíduos sólidos?

            Os resíduos sólidos são, conforme dispõe a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os materiais resultantes de atividades humanas diversas, sendo descartados depois do uso. O ato de descartar não significa que o material não é mais útil, e sim que não apresenta mais utilidade para a pessoa que o descartou, ou seja, não tem mais a função principal a qual foi destinado. Mas esse material pode ser aproveitado por outra pessoa ou reaproveitado após ser submetido a um processo de reciclagem/reaproveitamento.

            Qual é a diferença entre caracterização e classificação?

            Existem diferenças entre os processos de caracterização e classificação de resíduos sólidos.

            Caracterização

            A caracterização define as características de natureza química, biológica e física mais importantes. Ainda, determina aspectos quantitativos e qualitativos do resíduo. Nesse sentido, a caracterização considera:
            • descrição detalhada: estado físico, cor, odor, características gerais;
            • denominação com base em: origem, estado físico, componente principal, atividade industrial, destinação;
            • destinação: aterro para resíduo perigoso, aterro sanitário (resíduo não perigoso), aterro de resíduo inerte (solubilidade), tratamento térmico (incineração, coprocessamento, compostagem).

            Classificação

            Para classificar resíduos sólidos, é necessário identificar o processo que originou os resíduos e determinar todas as suas características, considerando todos os componentes que são potencialmente nocivos ao meio ambiente ou à saúde. Trata-se de um processo cuidadoso que define quais são os riscos de cada tipo de resíduo e qual é a gestão mais adequada para cada um deles. A correta classificação de resíduos sólidos evita que eles sejam descartados erroneamente. Além disso, é importante para que a empresa geradora de resíduos cumpra o que a lei determina.

            Qual é a classificação de resíduos sólidos?

            A classificação de resíduos sólidos é dada pela NBR nº 10004/2005. Existem duas classes de resíduos sólidos: perigosos e não perigosos. Vejamos cada uma delas.

            Resíduos perigosos

            Esses pertencem à Classe I e são perigosos devido às suas características químicas, físicas e contaminantes. Oferecem sérios riscos à saúde pública, aumentando o índice de mortalidade, de doenças ou danos ao meio ambiente. Os resíduos da Classe I estão divididos em:
            • corrosivos (ácido clorídrico, ácido nítrico, ácido sulfúrico, soda cáustica, hidróxido de potássio;
            • reativos (pilhas, baterias, metais em geral);
            • tóxicos (pilhas não-alcalinas, baterias, inseticidas, embalagens de agrotóxicos, produtos químicos em geral);
            • patogênicos (lixo hospitalar);
            • inflamáveis (fósforos de segurança, magnésio metálico, filmes de nitrocelulose).
            Vale lembrar que um mesmo resíduo perigoso pode pertencer a mais de uma categoria.

            Resíduos não perigosos

            Os resíduos não perigosos pertencem à Classe II e estão divididos em duas as categorias:
            • resíduos II A (não inertes): os seus componentes são solúveis quando em contato com a água deionizada ou destilada à temperatura ambiente;
            • resíduos II B (inertes): os componentes não são solúveis nas condições acima, mas há mudanças na cor, no aspecto, na dureza, na turbidez, no sabor.
            Saber a classificação de resíduos sólidos auxilia o gestor a gerenciar melhor o lixo produzido pelas atividades econômicas que realiza. Ademais, ajuda a evitar penalidades pelo descumprimento da legislação ambiental. Agora que já conhece a classificação de resíduos sólidos conforme a ABNT, gerencie-os da melhor forma possível.
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                • Bactérias fitoestimulantes;
                • Bactérias protetoras das plantas; e
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                • Fungos patogênicos.
              • Comparação de dados de produção;
              • Dados disponibilizados no DATABAC, nosso software interativo de análise de microbiomas que facilita a comparação entre amostras e interpretação dos resultados.
              BIOAS COMPLETA
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              Maior disponibilização dos nutrientes para as plantas.

              Os nossos fertilizantes biotecnológicos, que contém o SMARTGRAN, base orgânica rica em bactérias (TECNOLOGIA SMARTBAC), conferem a menor lixiviação do potássio e a maior proteção do fósforo, diminuindo sua fixação no solo. Adicionalmente, potencializam a atividade microbiana no solo, resultando em maior produção de ácidos orgânicos e das enzimas Arilsulfatase, Betaglicosidase e Fosfatase ácida envolvidas no ciclo do Enxofre, Carbono e Fósforo, promovendo maior disponibilização de nutrientes para as plantas.

              Liberação de ácidos húmicos e fúlvicos.

              Nossos fertilizantes biotecnológicos são compostos de um condicionador biológico de solo que, durante sua decomposição, libera ácidos húmicos e fúlvicos, capazes de contribuir positivamente para a fisiologia da planta e para as propriedades químicas e físicas do solo, como por exemplo: alta produção de energia nas células das raízes; aumento dos níveis de clorofila; redução das perdas de N para a atmosfera; maior disponibilidade de nutrientes às plantas, devido à sua alta CTC; maior aporte de nutrientes pelas plantas em decorrência da ativação das ATPases, com maior troca de íons; maior crescimento do sistema radicular e formação de raízes secundárias pela produção da auxina.

              Sustentabilidade.

              Nossos fertilizantes biotecnológicos (SUPERGAN E SUPERGAN+) são compostos de um condicionador biológico de solo, rico em bactérias (TECNOLOGIA SMARTBAC) e macro e micronutrientes, proporcionando vários benefícios às culturas onde são aplicados, como: regenerar a atividade biológica do solo, aumentar a produtividade em uma mesma área plantada, promover a economia circular, entre outros.

              Nutrição com macro e micronutrientes.

              Nossos fertilizantes biotecnológicos fornecem macro e micronutrientes, aliados a um condicionador biológico de solo rico em bactérias (tecnologia SMARTBAC), que são elementos essenciais para o desenvolvimento e nutrição das plantas.

              Maior enraizamento e produtividade.

              Nossos fertilizantes biotecnológicos contribuem para melhoria das características químicas, físicas e biológicas do solo, promovendo um melhor desenvolvimento vegetal, do sistema radicular e parte aérea da planta, resultando em incrementos consistentes de produtividade.

              Maior eficiência de fósforo e potássio.

              O condicionador biológico de solo (SMARTGRAN) rico em bactérias, que é a base orgânica dos nossos fertilizantes biotecnológicos, interage com o potássio diminuindo sua lixiviação e com o fósforo, diminuindo sua fixação no solo, resultando em mais disponibilidade desses nutrientes para as plantas. Além disso, ele contribui para que as bactérias produzam compostos quelantes, protetores destes minerais.

              Melhoria das características do solo.

              Nossos fertilizantes são compostos de um condicionador biológico de solo, rico em bactérias (TECNOLOGIA SMARTBAC) e macro e micronutrientes, promovendo a melhoria do solo em três níveis: FÍSICO (estrutura/porosidade), QUÍMICO (macro e micronutrientes/fertilidade) e BIOLÓGICO (estimula e melhora a parte viva do solo – microrganismos e microfauna) e formando um ambiente favorável para o equilíbrio da biota.