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Manejo do solo: veja 4 erros que você não pode cometer

Por Marketing
Escrito em 9 de dezembro de 2016
Atualizado em 9 de dezembro de 2016
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Há milhares de anos, a humanidade sabe que deve ter cuidado com a forma como realiza o manejo do solo — apesar de abundante, é um recurso escasso. Desde a primeira civilização humana, a Suméria, são recomendadas práticas de aragem, de correção de acidez e, mesmo, de plantações mistas para conservá-lo.

Por isso, é importante estar sempre atento em preservar as melhores práticas e evitar, ao máximo, os erros de manejo do solo. Possivelmente, como você verá a seguir, alguns desses erros você nem mesmo conhecia, mas que ainda podem ser corrigidos. Confira:

1 – Não contratar um engenheiro agronômico para o estudo do solo

Antes de fazer uma cirurgia, não é necessário passar por médicos? Da mesma forma, qualquer intervenção no solo deve ser feita com bastante cuidado, pois há diversos fatores bem complexos que preservam a sua qualidade, como umidade, resíduos orgânicos, salinidade, flora microscópica, etc.

O engenheiro agronômico estudou todos os tipos de solos e, a partir de análises, ele poderá dizer exatamente quais são as intervenções possíveis. Sem ele, não há manejo adequado.

2 – Deixar de investir nas recomendações técnicas

Para garantir a produtividade das suas culturas, sempre será necessário investir em determinadas técnicas. Porém, um erro frequente cometido por agricultores é a economia injustificada, na qual eles deixam de investir no básico como a adubação do solo, a correção de pH, de salinidade e o manejo fitossanitário de pragas e de doenças da lavoura.

O barato, neste caso, pode sair muito caro. O fertilizante pode contaminar o ambiente e a cultura, as medidas fitossanitárias podem ficar ineficazes e uma doença facilmente atingir toda a sua produção. Ao final, provavelmente, você gastará muito mais corrigindo o prejuízo do que teria gastado se tivesse se precavido dos riscos.

3 – Não preparar o solo com antecedência

Esse é um dos erros mais frequentes dos agricultores. Nas lavouras típicas do verão, por exemplo, deve-se iniciar o preparo do solo em outubro. Por quê? Apesar de o manejo do solo ser uma verdadeira ciência, ainda há fatores inesperados, que necessitarão de mais atenção.

Por exemplo, é necessária uma análise contínua de fertilidade do solo antes do início da lavoura. Somente assim será possível testar os fertilizantes corretos e acompanhar a resposta aos novos nutrientes. Além de tudo isso, a antecedência também garantirá que problemas climáticos não sejam um entrave para você.

4 – Não apostar em soluções sustentáveis de manejo do solo

Hoje em dia, o conceito de sustentabilidade é essencial para conquistar a confiança de uma parcela bem seletiva do mercado. Além disso, é uma forma de prevenir gastos e prejuízos futuros.

O uso desmedido dos recursos naturais sempre tem uma consequência. Então, se você quer investir em longo prazo na agricultura, não esgote o seu solo rapidamente, pois as medidas de correção não têm uma eficácia infinita. Soluções biotecnológicas para agricultas são iguais ou mais eficiente para o aumento de produtividade agrícola, e o melhor preservando os recursos naturais e propriedades do solo.

Então, viu como é simples evitar alguns erros tão cotidianos de manejo do solo? Não é necessário um investimento muito extenso na área! Talvez, você possa até gastar mais no início, mas, em longo prazo, com toda certeza, o saldo será lucrativo. Trabalhando com os pilares “prevenção, conhecimento e sustentabilidade”, sua lavoura será um sucesso!

Ainda ficou com alguma dúvida a respeito das melhores práticas para o manejo do solo? Compartilhe-a com a gente nos comentários!

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