Fertilizantes biotecnológicos: mitos e verdades

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A agricultura baseada no uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos traz consequências preocupantes. Além de ser perigosa para os homens, ela também agride o meio ambiente. Nesse contexto, os fertilizantes biotecnológicos surgiram como uma alternativa eficaz, segura e capaz de garantir a produtividade das safras.

Esses compostos contêm microrganismos que desempenham diversas atividades benéficas para as plantas, incluindo a fixação de nitrogênio, a produção de vitaminas e hormônios, a inibição do crescimento de patógenos e a solubilização de substâncias inorgânicas. Trata-se, portanto, de um fertilizante completo, que atua na física, na química e na biologia do solo.

Apesar de todo o potencial dos fertilizantes biotecnológicos, muitas informações imprecisas circulam por aí. Esclareça, de uma vez por todas, os principais mitos e verdades que acompanham esse assunto. Siga conosco!

A vermicompostagem é uma forma de criar fertilizantes biotecnológicos

Mito! Na vermicompostagem, são usadas espécies de minhocas para tratar os resíduos orgânicos. Essa abordagem é ecologicamente correta e contribui para o menor uso de produtos químicos no solo. No entanto, ela não deve ser confundida com os fertilizantes biotecnológicos, em que estão presentes microrganismos (bactérias, algas e fungos) que foram selecionados por sua capacidade de realizar processos relevantes para as plantas.

Os fertilizantes biotecnológicos nutrem melhor as plantas

Verdade! Os microrganismos presentes nesses compostos trabalham para fixar nitrogênio e captar fósforo para as plantas, entre outras atividades. Ao contrário dos adubos químicos, que não se renovam espontaneamente, essas microfábricas biológicas estão sempre prontas para produzir, mantendo-se eficientes por muito mais tempo.

A fertilização tradicional injeta mais nutrientes no solo

Verdade! No entanto, a razão para que isso aconteça é o baixo aproveitamento desses nutrientes. Quando é feita a adubação com substâncias orgânicas e minerais, além de microrganismos benéficos, o resultado é um solo que se mantém por mais tempo com um alto teor de fósforo, potássio, cálcio, magnésio e matéria orgânica. Dessa forma, a fertilidade e a produtividade são alavancadas.

Os fertilizantes biotecnológicos agridem mais o solo

Mito! Em comparação com os fertilizantes tradicionais, as opções biotecnológicas causam menor acidificação e salinização da terra, ajudando a preservar tanto o solo quanto os organismos que ali vivem. Com isso, são usados menos produtos químicos para otimizar a produtividade da lavoura.

O investimento em fertilizantes biotecnológicos é caro

Mito! Ao substituir a adubação química tradicional por soluções biotecnológicas, o produtor deve esperar um aumento de 5 a 10% na produtividade das safras. Dessa forma, o custo para adquirir um produto mais moderno e eficiente torna-se competitivo, uma vez que o retorno alcançado compensa o investimento.

A partir da análise que apresentamos neste post, deu para perceber como o uso de fertilizantes biotecnológicos traz inúmeras vantagens. Entre elas, destacamos o aumento da produtividade sem comprometer o meio ambiente, uma vez que há redução na aplicação de agroquímicos. Isso é benéfico também para consumidores e trabalhadores do campo, que ficam menos expostos a substâncias tóxicas.

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