5-maneiras-de-evitar-autuacoes-ambientais.jpeg

5 maneiras de evitar autuações ambientais

Por SuperBAC Biotechnology Solutions
Escrito em 23 de novembro de 2018
Atualizado em 23 de novembro de 2018
Blog

Com uma rotina de apagar incêndios, resolver imprevistos e pensar em inovação para os tratamentos de resíduos nas empresas, é desafiador ficar atento a detalhes para evitar autuações ambientais.

Multas não são bem-vindas nunca. Além de atrapalhar o planejamento financeiro da empresa, podem manchar sua reputação e, em geral, significa que você está próximo de gerar problemas ao meio ambiente.

Neste artigo, você vai descobrir 5 dicas básicas para implantar nos processos do setor ambiental da sua empresa e ficar sempre em dia com a legislação, inclusive com a ajuda da biotecnologia! Confira:

1. Preocupe-se com a manutenção do certificado de licenciamento ambiental

Apesar de ter diferenças de estado para estado, toda licença ambiental tem um prazo de validade. O licenciamento é obrigatório a empresas que se encaixam em, pelo menos, um dos três quesitos: quando há utilização de recursos naturais, na indústria de transformação e quando há risco de poluição.

Um dos exemplos do pacote de licenciamento é a Licença de Operação que, em São Paulo, tem prazo de 5 anos quando é emitida pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Para não perder as renovações, faça um calendário com as datas em que o trabalho de renovação deve ser iniciado.

2. Contrate fornecedores habilitados

Mesmo que todo o trabalho de descarte ou tratamento de resíduos seja terceirizado, sua empresa será responsabilizada caso haja ações inadequadas. Por isso, cheque se os seus fornecedores estão com a documentação correta junto aos órgãos de licenciamento ambiental.

Também fique atento ao contrato estabelecido entre as partes. Seu fornecedor deve oferecer serviços que está autorizado pelas licenças.

3. Faça a certificação de destinação final

Nem toda empresa tem condições de construir estações de tratamento de efluentes. Assim, contratam terceirizadas, para viabilizar o tratamento off-site. O Certificado de Destinação Final (CDF) é um documento oferecido pelas empresas contratadas que comprovam que os efluentes foram encaminhados, transportados com segurança e tratados.

Esse documento é necessário para que a empresa fique dentro de, pelo menos, três normas: a ISO 14001, a Lei nº 10.165, e, no caso do estado de São Paulo, o inventário de resíduos cobrado pela Cetesb.

4. Tenha sempre os atestados de tratamento

Em caso de terceirização de serviços de destinação de resíduos, é importante solicitar e arquivar o atestado de tratamento. Eles são emitidos pela fornecedora e comprovam que determinados serviços foram realizados. Em caso de fiscalização, eles evitam multas.

Assim como o certificado de destinação final, que são específicos sobre a solução final adotada para tratar os resíduos, outros atestados são necessários quando outros serviços são contratados.

5. Busque alternativas ao tratamento tradicional

Para evitar a utilização de produtos químicos e reduzir o impacto ambiental do seu tratamento de efluentes, vale a pena considerar a implantação da biotecnologia na sua estação de tratamento.

Existem compostos criados com microrganismos que diminuem lodo, gordura e “digerem” praticamente todo efluente de origem orgânica.

Agora você já sabe o que deve fazer para evitar autuações ambientais. É importante reservar um tempo para organizar um calendário de vencimento de licenciamentos, ficar atento à especialização e competência dos fornecedores e garantir a certificação de destinação final.

Após ler este artigo, você tem alguma dúvida ou outra dica para evitar multas ambientais? Compartilhe com a gente no espaço para comentários abaixo!

 

Deixe um comentário

13 + dezoito =

Fique por dentro

Fique por dentro de todas as nossas novidades e soluções, do mercado de
agropecuaria, saneamento e bens de consumo.