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4 estratégias para reduzir custos nas estações de tratamento de efluentes

Por SuperBAC Biotechnology Solutions
Escrito em 7 de dezembro de 2018
Atualizado em 7 de dezembro de 2018
Blog

Fazer mais gastando menos é o objetivo de qualquer empresa. Quando as atividades envolvem um risco ambiental, otimizar os processos também é fundamental para atender à legislação e evitar acidentes. Nas estações de tratamento de efluentes (ETEs), não é diferente.

Investir hoje para poupar amanhã é a melhor estratégia. E não estamos falando apenas pelo lado financeiro — a preservação do meio ambiente e o melhor aproveitamento dos recursos naturais são outros benefícios alcançados quando há um bom planejamento por trás do tratamento do esgoto.

Continue conosco e descubra 4 medidas para reduzir custos nas ETEs sem prejudicar a eficiência dos processos. Vamos lá?

1. Automatize os processos

O tratamento do esgoto, seja ele industrial ou doméstico, é feito em diversas etapas e sofre influência da vazão dos efluentes bem como da qualidade dos rejeitos. Por isso, é preciso monitorar constantemente o sistema e efetuar os ajustes necessários para que os processos transcorram com a maior eficiência possível.

Contar com soluções automatizadas que permitam o monitoramento em tempo real permite, por exemplo, dosar adequadamente os químicos que são empregados no tratamento dos efluentes, evitando desperdícios de insumos ou a baixa eficiência no processamento.

2. Trate o lodo

Um dos maiores gastos das estações de tratamento de efluentes é o descarte adequado do lodo, uma vez que o grande volume gerado torna o processo bastante custoso. Em muitos casos, o material é apenas dragado das lagoas de aeração e encaminhado para aterros sanitários

No entanto, com o tratamento adequado, o lodo pode ser reaproveitado na agricultura, construção civil ou como fonte de energia. A venda e uso desse produto é importante tanto pelo retorno financeiro quanto pela menor geração de lixo pelas cidades.  

3. Use tecnologias com baixo consumo energético

Não tem jeito, tratar os efluentes requer o consumo de energia elétrica. No entanto, é possível investir em metodologias que demandam menos energia. Esse é o caso, por exemplo, de sistemas de aeração modernos que facilitam a transferência do oxigênio para o efluente.

Uma alternativa interessante é o uso de painéis para o aproveitamento da energia solar. Dessa forma, é produzida energia limpa e de forma local, com menos impactos para o meio ambiente.

4. Invista na biotecnologia

Uma parte importante do tratamento de efluentes é desempenhada por microrganismos que degradam a matéria orgânica. A biotecnologia tem um papel fundamental nessa etapa, uma vez que permite o uso de consórcios de microrganismos com maior habilidade de degradação e digestão. Com isso, diversas vantagens são alcançadas, incluindo:

  • redução do odor;
  • aumento da capacidade de tratamento;
  • diminuição dos índices de DBO e DQO;
  • enquadramento nos parâmetros legais de descarte.

Nos processos convencionais, há ainda uma grande produção de lodo, o que leva a um gasto exagerado com a remoção do excedente e encaminhamento para a reciclagem ou para o descarte. Ao usar um consórcio de microrganismos especializados no consumo dos sólidos presentes nos efluentes, os custos para o tratamento do lodo são menores, uma vez que há redução no volume gerado.

Pronto! Essas são algumas estratégias para reduzir custos em estações de tratamento de efluentes. Como as atualizações tecnológicas e biotecnológicas são constantes, é preciso estar sempre atento às inovações para se certificar de que as melhores alternativas estão sendo empregadas em seu sistema.

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